quem ganhou o mundial de 1990

O grande vencedor foi mesmo o 4-2-3-1, utilizado em 52 ocasiões, seguindo-se o 4-3-3.
Se a tickets 4 fun cadastro lógica dos anos 90 imperar, este pode ser o ponto de partida para mais um abandono do esquema de três centrais.
Se levarmos em conta que este foi o esquema táctico preferido de Alejandro Sabella e da sua Argentina, e que o 4-3-3 da Alemanha foi, em grande parte das vezes, um 4-2-3-1 declarado, fica claro qual a tendência dominante desde Brasil 2014.Os sistemas tácticos de três centrais julgavam-se perdidos, à beira da extinção, depois de uma década de 90 em que pareciam querer tomar conta do futebol.Selecções como a Inglaterra, Alemanha e Holanda, elas próprias deixaram cair este espécime raro, com excepções de Miroslav Klose e Klaas-Jan Huntelaar.Partilhar no Facebook, tweet no Twitter, van Gaal foi um dos treinadores que optou por um esquema de três centrais neste Mundial (foto: agif/Shutterstock).No total, em 57,8 das vezes as equipas apresentaram-se cupom de desconto para farmadelivery com um homem só na frente.Olhando para os números, deparamo-nos com 22 ocasiões em que equipas usaram três centrais em alguns casos as duas selecções em simultâneo.E daqui podemos partir para outras discussões como por exemplo a aparente crise existencial em que se encontram os tradicionais, os puros pontas-de-lança, os números 9, cada vez mais escassos.Com variantes, muitas, desde as mais conservadoras a Costa Rica não desfez o seu 5-4-1 sólido às mais audazes a Holanda chegou a apresentar-se em 3-4-3 e mesmo 3-3-4.O desempenho dessas equipas é, no total, de 11 vitórias, sete empates e quatro derrotas, com 30 golos marcados e apenas 14 sofridos.Foram usados 74 esquemas com apenas um avançado em cunha, em 64 jogos.Este grupo de equipas não se destaca pela veia goleadora, com excepção para a Holanda, embora se trate de um caso especial, pelo seu pendor ofensivo marcou 15 golos, sendo a segunda aplicativo para ganhar seguidores no instagram yahoo com mais tentos, atrás da campeã Alemanha (18).
Mas aos poucos começou a desaparecer, pela dificuldade em apresentar laterais com capacidade física para fazer todo um corredor e porque começaram a estar em voga os esquemas de apenas um ponta-de-lança, tornando desnecessários tantos defensores.
Até Bobby Robson, no Itália 90, rendeu-se a este esquema táctico.



Sven-Göran Eriksson foi expectador atento da prova e tentou introduzir esta nova ideia no Benfica de 1990/91, com pouco sucesso quase lhe custou o título em casa, na recepção ao Sporting (1-1 logo após o triunfo por 2-0 no Estádio das Antas.


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